7.06.2009

Free Everything

An ever-larger share of our personal satisfaction will come from free or near-free sectors of the economy, as I explain in my new book "Create Your Own Economy". But those same sectors won’t comprise such a large chunk of gdp.

(...)

Sources of free or near-free fun are rising in importance. This will make people more willing to take lower-paying but higher-fun jobs. When you get home, there is plenty of good stuff which you can afford on the more limited paycheck.

Tyler Cowen para o The Economist blog
Achei interessante. Tyler Cowen refere-se às fontes grátis de informação e entretenimento com o advento da Internet e mundo digital.

Será que não acontece um fenómeno semelhante em países como a Alemanha em relação a nós? Os salários lá são geralmente altos, o que dá ao Alemão médio acesso a um nivel conforto bastante razoável. Daí que o Alemão médio trabalhe menos 313 horas por ano que o Português médio e que o ensino universitário Alemão dure normalmente até aos 25 anos. A partir de certa altura, há benefícios marginais decrescentes à medida que os salários aumentam.

É conveniente que o fenómeno "free" esteja agora no seu apogeu, uma altura em que os salários reais não têm crescido muito, nem se antevê que aumentem num futuro próximo.

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