An ever-larger share of our personal satisfaction will come from free or near-free sectors of the economy, as I explain in my new book "Create Your Own Economy". But those same sectors won’t comprise such a large chunk of gdp.
(...)
Sources of free or near-free fun are rising in importance. This will make people more willing to take lower-paying but higher-fun jobs. When you get home, there is plenty of good stuff which you can afford on the more limited paycheck.
Tyler Cowen para o The Economist blog
Achei interessante. Tyler Cowen refere-se às fontes grátis de informação e entretenimento com o advento da Internet e mundo digital.
Será que não acontece um fenómeno semelhante em países como a Alemanha em relação a nós? Os salários lá são geralmente altos, o que dá ao Alemão médio acesso a um nivel conforto bastante razoável. Daí que o Alemão médio trabalhe menos 313 horas por ano que o Português médio e que o ensino universitário Alemão dure normalmente até aos 25 anos. A partir de certa altura, há benefícios marginais decrescentes à medida que os salários aumentam.
É conveniente que o fenómeno "free" esteja agora no seu apogeu, uma altura em que os salários reais não têm crescido muito, nem se antevê que aumentem num futuro próximo.
Será que não acontece um fenómeno semelhante em países como a Alemanha em relação a nós? Os salários lá são geralmente altos, o que dá ao Alemão médio acesso a um nivel conforto bastante razoável. Daí que o Alemão médio trabalhe menos 313 horas por ano que o Português médio e que o ensino universitário Alemão dure normalmente até aos 25 anos. A partir de certa altura, há benefícios marginais decrescentes à medida que os salários aumentam.
É conveniente que o fenómeno "free" esteja agora no seu apogeu, uma altura em que os salários reais não têm crescido muito, nem se antevê que aumentem num futuro próximo.
0 comments:
Enviar um comentário